Retomando a sofrida rotina de trekking

Eu havia planejado manter o trekking no meu treinamento regular ao longo de todo o ano de 2015. Não sou uma caminhante excepcional e preciso desenvolver melhor essa habilidade.

Mas depois do Cruce, em fevereiro, me bateu uma baita preguiça, confesso. Acordar cedo no domingo – o que querendo ou não eu faço graças à fofa da minha vizinha do apartamento de cima – e passar praticamente a manhã toda subindo e descendo ruas ou morros me pareceu tão chato que eu deixei essa atividade de lado. Mas ela estava lá, esse tempo todo, na minha planilha.

Acabei dedicando o primeiro semestre deste ano a uma série de provas curtas na montanha nas quais um bom trekking não era assim tão essencial. Mas com a previsão de provas mais longas nos próximos meses, joguei a preguiça de lado e saí para um trekking pela cidade no último domingo.

Passei 2h30 subindo e descendo ruas e avenidas pelos bairros do Morumbi, Jardim Guedala e Caxingui. Terminei morta, com as costas e os tornozelos doloridos. Aliás, eles continuam doendo 48 horas depois.

Odeio essa retomada. Por isso não queria ter parado os treinos de trekking. Sei que tenho algumas semanas sofridas pela frente até o corpo pegar o ritmo novamente. Fazer o quê? Estou pagando o preço pela minha preguiça. Que raiva!

 

 

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