Trekking Poles: melhor com eles

Até 2013 eu nunca tinha usado trekking poles na corrida. Quando decidi participar pela primeira vez do El Cruce eles apareceram na lista de equipamentos sugeridos pela organização.

Achei que em um desafio de 100 Km eles seriam bastante úteis e saí à caça de um modelo adequado. Optei pelo Black Diamond de carbono. Tripartidos e incrivelmente leves eu os considero até hoje uma das melhores aquisições que já fiz desde que migrei do asfalto para o trail running.

Santos trekking poles! Quando a perna começa a falhar ou quando o pescoço fica dolorido só de observar uma subida, lá estão eles prontos para te ajudar. Já me salvaram a pele – e as pernas – muitas vezes. Me acostumei a usá-los e se o regulamento da prova permite eles têm lugar garantido na minha mochila.

Alguns corredores não gostam. Eu entendo, pois usá-los corretamente é realmente muito difícil. Tive orientação de um amigo para as primeiras passadas e este ano fiz um curso com o diretor técnico da Upfit e ultramaratonista Sidney Togumi. Desde então melhorei muito a minha técnica e procuro aprimorá-la sempre que possível. Caminho rápido com eles no plano e nas subidas, mas prefiro confiar apenas nas minhas pernas na hora da descida.

Se você está considerando adquirir trekking poles não seja muquirana e opte por um modelo leve, fácil de carregar e de usar. O investimento acaba se diluindo com o tempo. Embora a opção seja de cada um, em provas longas e com duração de vários dias eu realmente recomendo levá-los na mochila. Os meus, pelo menos, não pesam (quase) nada.

 

 

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